Introdução

A educação para o trânsito pode ser definida como uma ação para desenvolver no ser humano a capacidade de uso e participação consciente do espaço público, uma vez que ao circular os indivíduos estabelecem relações sociais, compartilham os espaços e fazem opções de circulação que interferem direta ou indiretamente na sua qualidade de vida e daqueles com quem convivem nesse espaço. Essa afirmação permite-nos refletir sobre a complexidade de conceitos e conteúdos que compõem o estudo da circulação e nos permite ainda afirmar que, fazer educação para o trânsito vai muito além do estudo das regras, símbolos e convenções estabelecidas no sistema de trânsito. Assim, fazer educação para o trânsito passa por discussões sobre: o exercício de cidadania; a mobilidade e acessibilidade para todos; os papéis assumidos ao circular; o compartilhamento do espaço; o meio ambiente e a história de cada local.

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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Mais um pouco de segurança ao condutor



Muitos motoristas deixam passar despercebido na maioria das vezes, um dos assuntos mais importantes de um automóvel os equipamentos de segurança, que quando surge este tema, geralmente apenas o modo de condução é citado, deixando de lado os itens que realmente compõem o carro.
Começando com o item mais básico de todos que é o cinto de segurança, item essencial para assegurar a integridade física de todos que estão no automóvel e que por lei seu uso é obrigatório, e mesmo com muitos brasileiros já terem acostumado a usá-lo, ha os ainda o despreza. O mais comum de acontecer é você ver motorista com uma peça que parece um grampo, deixando o cinto mais folgado, tem ainda uns que vão além e apenas passam pela frente do corpo, sem travá-lo, para confundir os agentes de trânsito e não levarem multa.
Vale ressaltar que esta peça que permite que o cinto fique mais folgado compromete o funcionamento do mesmo, podendo causar ferimentos evitáveis, outra coisa que não se deve esquecer é que os passageiros do banco traseiro também utilizem o cinto, pois se ocorre um acidente mais grave e estes não estão usando o cinto seus corpos serão jogados para frente com muita violência e poderão prensar os ocupantes da frente ocasionando seqüelas ainda maiores e mais graves.
Verifique sempre os engates e os pontos de fixação dos cintos de segurança certificando-se que estão bem presos e conservados, as tiras devem ter costuras firmes e preservadas, seus mecanismos também devem ser constantemente lubrificados com óleo. Sua liberação não pode ser demorada, afinal segundos significam muito em um acidente, lembrando que a manutenção deste item exige limpeza regular, que pode ser feita com um pano umedecido e uma pequena porção de detergente.
Outros itens de segurança indispensáveis, e que ainda são dispensados por muitos motoristas, são: estepe, triângulo de sinalização e extintor de incêndio, todos obrigatórios por lei. Agora itens como o macaco e a chave de rodas são itens facultativos, porém manda o bom senso do cidadão que não falte no porta-malas.
Com o macaco, o cuidado deve ser redobrado, pois cada modelo de carro possui um local específico para o encaixe da peça e o uso incorreto pode causar sérios acidentes, siga sempre as instruções de uso vindo no manual do proprietário. No caso do estepe, ele deve sempre estar calibrado e de preferência balanceado, agora se acaso você precise utilizar o estepe e ele não estiver balanceado, prefira colocá-lo no eixo contrário ao motor já que suporta menos peso.
Segundo o Contran (Conselho Nacional de Trânsito), os carros devem ser equipados com extintores do tipo ABC, que combate fogo em plástico, borrachas, espuma dos bancos carpete e estofamento, combustíveis líquidos e não provocar curto-circuito. A partir de 1º de janeiro de 2010, todos os veículos em circulação já deverão portar este extintor.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Airbags


No Estados Unidos, Japão e paises da Europa, é obrigatório que os carros saem com airbag de fábrica, no lado do passageiro e do motorista.
No Brasil não é dado muita importância aos mecanismos que protegem. Apenas 25% dos carros saem de fábrica com airbag, destes 5% são em carros populares.
Ainda vai demorar a esse equipamento se tornar obrigatório, já se tem um projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados, mas pelo visto só mesmo em 2014 é que todos os veículos terão o acessório, pois para que a lei entre em vigor, serão necessários cinco anos após definição das especificações pelo Contran.
Esse equipamento já salvou milhares de vidas, em uma colisão o equipamento infla em menos de um décimo de segundo para proteger os ocupantes do automóvel das forças de uma colisão frontal ou lateral.
A bolsa inflável é uma almofada que fica dobrada dentro do volante ou painel do carro.
Hoje em dia já existe airbag no teto, revestimentos das portas, nas colunas e nos encostos de cabeça. Essas bolsas enchem rapidamente no caso de uma colisão, seja frontal ou lateral e sua finalidade é restringir o deslocamento dos passageiros em direção a superfícies contundentes dentro do automóvel.
Entre encher e esvaziar completamente não demora mais de 30 milésimos de segundo.
A bolsa é feita de um tecido de náilon de espessura fina, que fica dobrada dentro do volante ou no painel do veículo. Um sensor comanda a bolsa detectando um choque a partir de uma velocidade de 15Km/h (no padrão americado) ou 24 Km/h ( no padrão europeu).
Os airbags são inflados pela reação de dois produtos químicos. Essa reação se dá muito rapidamente, produzindo uma descarga elétrica que libera um gás que se expande. Assim a bolsa infla até 40 cm do volante, saltando para fora da direção ou painel quando expande. Logo depois, a bolsa desinfla, de forma a não machucar ou atrapalhar o passageiro.
Fonte: G1